
Património Korrodi
Ernesto Korrodi, um arquitecto suíço radicado em Leiria, deixou um valioso legado arquitectónico em muitas cidades portuguesas, com natural destaque para Leiria. Aqui assinou os projectos da Câmara Municipal, do Banco de Portugal e do Mercado de Sant’

Edifícios Públicos
Mercado Sant’Ana - Centro cultural, Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, Mercado municipal, Estádio municipal dr. Manuel Magalhães Pessoa, entre outros, têm aqui imagens disponíveis.

Castelo
É indubitavelmente o grande ex-libris da cidade e do Concelho de Leiria. No seu interior aloja um núcleo museológico, essencial para interpretar a história da cidade, e, agora, a exposição ‘Habitantes e habitats’.

Estátuas
Leiria é uma cidade rica em estatuária; entre elas destacamos a dos poetas Afonso Lopes Vieira e Francisco Rodrigues Lobo e a do ‘Pastor peregrino’, que representa o próprio Rodrigues Lobo.

Fontes
Mais que um povoado atravessado por um rio, Leiria é uma cidade com uma forte ligação à água, como o provam – para além do Rio Lis – o grande número de fontes que ainda hoje marcam indelevelmente a paisagem urbana. Dentre estas, merece destaque especial a ‘Fonte grande’, ou ‘das Carrancas’.

Rio Lis
A ligação de Leiria com o seu rio nem sempre foi pacífica. Cheias, por exemplo, marcaram um passado nem muito distante, obrigando mesmo à correcção do seu curso. Rodrigues Lobo imortalizou-o através das suas musas – as ‘Líseas’ –, a par de muitos outros autores locais. Hoje, o Programa Polis desenvolve um conjunto de acções de ‘reconciliação’ dos leirienses com o seu rio.

Conventos
Foram muitos os conventos de Leiria. Desse passado, mantêm-se alguns edifícios, hoje destinados a outros fins, restando habitado apenas o Convento da Portela, da Ordem Franciscana. Santo Agostinho, Santo Estêvão, São Francisco e Capuchos mostram ainda hoje as suas paredes, enquanto o Convento de Sant’Ana deu lugar ao mercado municipal e agora a um centro cultural.

Igrejas
Da Igreja da Pena (no interior do Castelo) à Misericórdia (supostamente erigida sobre uma sinagoga), são muitas as igrejas de Leiria. Destaque para a Sé, Santuários do Senhor Jesus dos Milagres (na freguesia com o mesmo nome) e de Nª Srª da Encarnação (padroeira de Leiria).

Praia do Pedrógão
A exposição ‘Habitantes e habitats’, patente no Castelo de Leiria, demonstra que, há milhares de anos, existiu na Praia do Pedrógão um povoamento humano. Todavia, o actual povoado nasceu nos finais do século XIX, através da instalação de uma ‘companha’ de pesca de arrasto.

Orém
OurBurgos torreões do Paço do Conde D. Afonso, o Castelo e a sua cisterna, a fonte gótica, o pelourinho, a cadeia medieval e a Igreja da Colegiada em cuja cripta está o túmulo do Conde D. Afonso.
ém medieval cercado de imponentes muralhas, delas se destacam o

Pombal
Construído pelos templários no século XII ergue-se num morro sobranceiro à cidade, onde também se deve visitar a Igreja de Nossa Senhora do Cardal e a Praça do Marquês de Pombal que é formada pela igreja Matriz de S. Martinho, o celeiro do Marquês e a antiga Cadeia.

Litoral, as praias e os pinhais
Um litoral de praias magníficas, bordejadas pelo frondoso pinhal de Leiria plantado no século XIII e cuja madeira se destinou à
contrução das Naus e Caravelas dos Descobrimentos Portugueses.Partindo do Sul surge a Praia de S. Martinho do Porto, inesquecível por ser uma baía de águas calmas e azuis.

Paredes da Vitória, Polvoeira e Água de Madeiros,
são praias sossegadas e todas estão rodeadas pelo Pinhal de Leiria
A Praia de S. Pedro de Muel é uma elegante estância de veraneio. Seguem-se praias a perder de vista, sempre acompanhadas de dunas e pinhais. Aspraias de Vieira e Pedrogão decoram os seus areais com barcos de proa afilada e o tipicismo da faina da pesca durante os meses de Verão.

Castelo de Porto de mos .
Castelo de quatro torres e de feição palaciana, fundado no século XIII e reedificado no século XVI. Da Loggia da fachada principal avista-se belo panorama da Vila e da Serra dos Candeeiros. em Alqueidão da Serra encontra-se um lance de uma via Romana.

Parque nacional das serras de Aire r Candeeiros
O Parque reune um conjunto de formações cársicas raras e de grande beleza - algares, poljes, escarpas, campos de lapiás, exsurgências e sumidouros; contranstando a paisagem agreste, por vezes coberta de olivais, com campos férteis e vicejantes dos poljes, sempre divididos por pequenos muros de pedra solta, também usada nas casas e nos moinhos. Visite as Lagoas de Arrimal, os moinhos da Portela de Vale Espinho, o Casal de Vale Ventos, o Arco da Memória, Chão de Pias, a Fórnea, o Planalto da Serra de Santo António e o Vale Canada.
TERMAS DE MONTE REAL E PIEDADE
As Termas de Monte Real com águas sulfatadas, cálcicas e sulfúricas são recomendadas a quem sofre de intestinos, rins, vias urinárias e alergias. As Termas da Piedade têm águas sódico-cloretadas aconselhadas para as doenças do aparelho digestivo e reumatismo.
As Grutas
Belas formações calcárias, rios e amplos espaços subterrâneos que o Tempo e a Natureza guardam nas grutas de Alvados, Mira de Aire, Moeda e Santo António.
Grutas de Santo António
As
Grutas de S. António foram descobertas por acaso em 2 de Junho de 1955, por dois homens que trabalhavam perto da Pedra do Altar em Porto de Mós.
Procurando um pássaro que tentavam apanhar, entraram por uma grande fenda aberta num rochedo, onde aquele se tinha refugiado.
Com uma área aproximada de 6000 m2, a sala maior mede 80x50 metros e a altura máxima é de 43 metros. A temperatura quase constante, oscila entre os 16 e os 18 graus centígrados. A ventilação faz-se através de uma chaminé natural existente. Na iluminação, procurou-se realçar toda a beleza das salas de estalagmites e estalactites a que não falta um fundo musical. Apoiadas por um conjunto Restaurante e Snack-Bar, as Grutas de S. António são um valor à escala das mais modernas exigências do turismo nacional e internacional.
Grutas de Alvades
As grutas de Alvados foram descobertas em 1964, por um grupo de trabalhadores das pedreiras de mármores da Serra dos Candeeiros, cuja curiosidade foi despertada ao ouvirem o cair das pedras num algar que lhes pareceu desde logo ser profundo; estas nele lançadas, demoravam a ouvir-se cair. Assim prepararam uma primeira descida às grutas, equipados com cordas e lanternas. Maravilhados com o que encontraram, rapidamente espalharam a sua descoberta.
Centenas de homens trabalharam durante dois anos para a abertura de túneis; a gruta é constituída por uma sucessão de salas de estalagmites e estalactites, ligadas entre si.
Forem realizados esquemas de iluminação apropriados que com os seus lagos e gigantescas colunas fazem das grutas de Alvados uma das mais belas obras da natureza.
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